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Curso orienta indicadores para economia criativa e patrimônio

  • Foto do escritor: Márcio Leal
    Márcio Leal
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Banner traz foto de uma baiana produzindo acarajé, com o texto sobreposto: "Novo Curso! Economia Cultural e Criativa, Indicadores e Patrimônio Cultural. Inscrições abertas!"

Qualificar profissionais para uma leitura estratégica sobre as dinâmicas econômicas que regem o setor cultural, integrando o uso de dados e estatísticas no planejamento de projetos e políticas públicas. Esse é objetivo do curso "Economia Cultural e Criativa, Indicadores e Patrimônio Cultural", que está com inscrições abertas.


A formação, gratuita e 100% online, é acessada pela Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult), do governo federal. Com carga horária de 160h, a metodologia inclui vídeos, material didático e encontros síncronos para aprofundamento do conteúdo, contando com recursos de acessibilidade, como tradução em Libras, legendas e audiodescrição.


O programa fortalece a tomada de decisão em organizações culturais, transformando registros cotidianos em inteligência de gestão para fortalecer a sustentabilidade de bens e serviços criativos. São quatro trilhas de aprendizagem:


  1. Economia cultural e criativa: a urgência da economia cultural e criativa; "imbricadas uma na outra" - algumas premissas para discussão; articulações históricas entre cultura e economia; e políticas públicas para a economia cultural e criativa

  2. Indicadores e estatísticas culturais: a cultura e a necessidade de evidências - por que "medir" cultura?; desafios e caminhos gestão cultural baseada em evidências; conceitos fundamentais; evidências para a gestão de organizações e projetos culturais; e evidências no ciclo das políticasculturais

  3. Economia do patrimônio cultural material e imaterial: patrimônio cultural; economia do patrimônio cultural; dimensão econômica do patrimônio; e que economia do patrimônio queremos construir?

  4. Mobilização de recursos para o patrimônio cultural: o que é "recurso" para o patrimônio cultural?; e formas complementares de receitas e mobilização de recursos


O curso foi desenvolvido pelo Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (Cecult) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) em parceria com o Ministério da Cultura. "O propósito é apoiar gestores e agentes culturais a compreenderem como cultura, trabalho e território estruturam cadeias de valor, desenvolvendo uma visão crítica sobre dados e evidências no campo cultural", afirma Layno Sampaio Pedra, coordenador dos cursos de Formação Inicial e Continuada do Cecult/UFRB.


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