top of page

Lei institui programa para enfrentar violência contra mulheres

  • Foto do escritor: Márcio Leal
    Márcio Leal
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura
Foto mostra uma mulher desfocada, com sua mão direita espalmada no foco, em frente, com um X vermelho desenhado nela - esse é o símbolo de campanhas contra a violência contra a mulher.

O governo federal publicou no Diário Oficial da União, na segunda-feira (4), a Lei nº 15.398/2026, que institui o Programa Antes que Aconteça. A iniciativa vai apoiar e estruturar políticas públicas para a defesa dos direitos das mulheres por meio de atuação conjunta e integrada de diversos poderes e setores da sociedade.


Sancionado pelo presidente Lula, o programa envolve acesso à justiça, segurança, garantia e promoção de direitos, promoção à saúde, inovação, pesquisa, incorporação de tecnologia, produção de dados, monitoramento de indicadores, inclusão produtiva, empreendedorismo, formação e capacitação, autonomia, conscientização e defesa dos direitos das mulheres. O texto ainda prevê a instituição do o Prêmio Antes que Aconteça para reconhecer boas práticas.


As ações serão desenvolvidas por meio de atuação conjunta e integrada do Ministério Público e dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios em articulação com a comunidade científica e acadêmica, com a iniciativa privada e com a sociedade civil.


Para Maiara Alice Gomes de Oliveira, coordenadora-geral do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania, o Antes que Aconteça reafirma que a proteção das mulheres precisa considerar a diversidade de mulheres que compõem o Brasil, em suas distintas vulnerabilidades que são, muitas vezes, acumuladas.


"Prevenir a violência exige que o Estado reconheça essas diferenças, fortaleça redes de cuidado e proteção e chegue antes que a ameaça se transforme em tragédia. Em outras palavras, a proteção da vida, da dignidade e da autonomia das mulheres exige políticas públicas preventivas permanentes, articuladas e territorializadas", explicou.


Entre as ações previstas, estão a ampliação da rede de atendimento, o acolhimento especializado e a atuação de defensoras populares - lideranças comunitárias capacitadas em direitos das mulheres. Como medidas de acolhimento, a norma prevê a criação de salas lilás (espaços privativos e humanizados para receber vítimas de violência), de casas abrigo (locais de hospedagem temporária para mulheres e seus dependestes em situação de risco) e de serviços itinerantes.


Defesa de direitos


Os princípios do programa incluem a perspectiva da mulher na formulação e aplicação de políticas públicas, atuação estratégica e articulada das áreas de segurança, justiça, saúde, educação, assistência social e trabalho e renda, inovação e transformação digital e estímulo à participação ativa de mulheres em políticas públicas e iniciativas comunitárias.


Seus objetivos incluem reduzir os índices de feminicídio e de violência doméstica e familiar; fortalecer a rede de atendimento, enfrentamento e proteção às mulheres; promover a autonomia econômica e o empreendedorismo feminino; e educar e conscientizar a sociedade sobre a igualdade entre homens e mulheres e o enfrentamento da violência contra mulheres.

Comentários


Logomarca do Instituto Tijuípe
Estamos nas Redes
  • Logomarca do Facebook em tons de cinza
  • Logomarca do Instagram em tons de cinza
Endereço

Rua do Campo, 280

Entorno do Centro

45.530-000 - Itacaré (BA)

​​​

© 2023 by ECO THUNDER

Designer Midia.Com

bottom of page